Reflexão sobre a vida e a morte representada por uma pessoa caminhando em direção ao horizonte.

Quando a gente é criança, acredita em tanta coisa que não é verdade, né? A gente pensa que respira apenas oxigênio e que não consegue respirar embaixo da água justamente porque não existe oxigênio nela. Mas isso não é verdade. O ar que respiramos contém cerca de 21% de oxigênio e quase 80% é nitrogênio. Por isso que faço uma reflexão sobre a vida e a morte nesse texto.

Se pensarmos, da forma mais simples possível, que na fórmula da água existe uma molécula de oxigênio para cada duas moléculas de hidrogênio (H₂O), o oxigênio ocupa uma parte significativa da sua composição. Claro que não é tão simples assim. A quantidade de oxigênio disponível na água depende de diversos fatores físicos e químicos. Uma coisa interessante é perceber que, quanto mais próximo da superfície, maior tende a ser a concentração de oxigênio e, consequentemente, maior a presença de vida aquática.

Quando a consciência da morte nos ensina a viver


A vida adulta nos cobra uma maturidade que, muitas vezes, significa abandonar conceitos que carregamos por anos. Um deles é a forma como enxergamos a morte. A gente evita falar sobre ela, como se o silêncio pudesse atrasar sua chegada. Mas a vida não funciona desse jeito. A morte chega. Às vezes na infância, às vezes na vida adulta e, na melhor das hipóteses, na velhice.

A morte chega para nos ensinar sobre a vida. E a arte chega para trazer uma reflexão sobre a vida e a morte:

— “Se o mundo fosse acabar, me diz: o que você faria?” – Paulinho Moska

— “Esse pode ser o último dia de nossas vidas.” – Pitty

Também não vou ser inconsequente e dizer para você não fazer planos ou deixar de construir o futuro que deseja. Não é isso. Claro que eu penso no futuro. Mas tenho consciência de que ele pode não chegar. Posso me formar na área que escolhi para minha vida e, ainda assim, não conquistar o emprego dos meus sonhos. E eu ainda quero trabalhar com Direito Digital.

Posso me entregar de corpo e alma em um casamento e descobrir, mais tarde, que o futuro que imaginei não era o mesmo que estava sendo construído do outro lado. Mas sei que tudo o que vivi valeu a pena. O aprendizado de um curso nunca será conhecimento perdido. Um sentimento entregue por inteiro nunca será perda de tempo.

E, sobre os futuros relacionamentos, só posso dizer uma coisa: eu não seria inteira se escolhesse me entregar apenas pela metade por medo de cair de novo. Eu não tenho medo da morte. Tenho medo de perder quem eu amo. E, talvez porque eu ame poucas pessoas, eu não saiba amar um pouco.